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O chefe da Missão de Observadores da União Africana nas eleições gerais moçambicanas, Roberto de Almeida, considerou em Maputo, Moçambique, exemplar o processo eleitoral do dia 28 de Outubro.
Roberto de Almeida esteve a frente da missão de observadores da União Africana, na qualidade de antigo presidente da Assembleia Nacional, para testemunhar, em nome de outros estados e povos do continente, as eleições presidenciais e legislativas em Moçambique.
Composta por membros do Parlamento Pan-Africano, presidentes de comissões eleitorais e representantes da sociedade civil, a missão de observadores da União Africana foi guiada, por um lado, pelas orientações da UA para missões de observação e monitorização de eleições ( 2002 ) e, por outro lado, pela constituição e leis relevantes da Republica de Moçambique.
Numa declaração preliminar lida por Roberto de Almeida, a missão da União Africana elogiou a capacidade técnica dos órgãos eleitorais, afirmando que a Comissão Nacional de Eleições (CNE) e o Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) têm uma forte capacidade técnica e organizativa.
Esta organização, segundo Roberto de Almeida, esteve visível na distribuição dos materiais para o processo de votação que foi melhorada relativamente a 2004.
“Não há duvidas de que o resultado destas eleições será um reflexo da vontade soberana e aspirações do povo moçambicano” – sublinha-se no comunicado apresentado por Roberto de almeida.
Roberto de Almeida, actual vice-presidente do MPLA, deixou hoje Maputo com destino a Angola.
Fonte: http://www.noticiaslusofonas.com/view.php?load=arcview&article=24416&catogory=Moçambique
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