
Leva a mamã
O cestinho de pregos
Da comunidade
E a barriga furada
Com divindade.
Os Nkita cumprimentam a mamã
Vermelhinhos de terra
Os Simbi a molham, e almejam a serra.
E do molhado eu amo a pedra
Com vinho argila e pemba.
Eu sobrevivo no túmulo
Dos antepassados,
E não nos netos, também eles
Pela morte amados,
Mas nada interessa que não seja
Vida, princípio activo
E sem teoria.
Realizo-me ao ar livre
E em espaços abertos
O Mundo é a casa
E as estrelas são tectos.
Pambu Njila, Meximaville
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