quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Do trans-nacionalismo lusófono

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É fatal como o destino: sempre que se fala de “união lusófona”, ou mesmo, tão-só, de “convergência lusófona”, aparece sempre alguém do clã dos palermas a guinchar: “Colonialistas!”. É gente que, de tal modo refém dos seus fantasmas e preconceitos ideológicos, não sabe senão pensar à luz dos paradigmas passados…

Pensar entre aspas. Porque da mesma forma que guincham contra tudo o que consideram ser “nacionalismo português”, já aplaudem o nacionalismo moçambicano, angolano, etc. Da mesma forma que, passada a fronteira, já aplaudem o nacionalismo basco ou catalão (já o galego lhes parece mais suspeito). Mas já se sabe que a coerência não é ponto forte do clã dos palermas: por isso, de facto, são eles tão divertidos…

O caminho prefigurado pelo MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO, como é sabido, é o do trans-nacionalismo lusófono. E por isso esse é um caminho que só é concretizável na medida em que for partilhado por todos os países da CPLP: COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. De forma paritária e fraterna, em prol de uma efectiva Comunidade…

Também publicado no MILhafre: http://mil-hafre.blogspot.com/2009/11/do-trans-nacionalismo-lusofono.html