É a arrogância e ilusão deste "e" que nos governa e estrutura toda a nossa existência. Será real o que surge como tal à nossa percepção dualista? Incluindo o que percepcionamos de nós mesmos e como "nós mesmos"?
Falar é uma arrogância.
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É a arrogância e ilusão deste "e" que nos governa e estrutura toda a nossa existência. Será real o que surge como tal à nossa percepção dualista? Incluindo o que percepcionamos de nós mesmos e como "nós mesmos"?
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