Este palermita é a sede da própria água, a luz da própria presença, o infindo em que tudo finda e se define.
Sabe também que tudo o que faz, está imbuído de um desejo de blogexistir. Conhece o mal que o habita e também as forças obscuras da sua própria vida, que numa exigência de transformação, se rebelam contra si próprio.
Ele sabe isso tudo, mal ou bem, confusa ou claramente, conhece já as suas pouco espontâneas respostas, e sabe, que a dança que o rege, solução nenhuma é, mas reacção análoga e dependente ao próprio problema inominável que ele próprio é. Sem nome, claro, e clamando por este.
Melhor seria que se dedicasse às ilusões das sereias e da genitalidade materna.
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ResponderEliminarPrecisamente. É por isso que todos aqui vivem no inferno.
ResponderEliminarSe o nosso palerma de serviço o diz...
ResponderEliminarEste palermita é a sede da própria água, a luz da própria presença, o infindo em que tudo finda e se define.
ResponderEliminarSabe também que tudo o que faz, está imbuído de um desejo de blogexistir. Conhece o mal que o habita e também as forças obscuras da sua própria vida, que numa exigência de transformação, se rebelam contra si próprio.
Ele sabe isso tudo, mal ou bem, confusa ou claramente, conhece já as suas pouco espontâneas respostas, e sabe, que a dança que o rege, solução nenhuma é, mas reacção análoga e dependente ao próprio problema inominável que ele próprio é. Sem nome, claro, e clamando por este.
Melhor seria que se dedicasse às ilusões das sereias e da genitalidade materna.