Centenas de ardilosas civilizações,
infindáveis hábitos e doenças kármicas,
montanhas de pergaminhos sagrados e preciosos ensinamentos...
Nós, radicalmente, deixamo-los todos para trás –
milhares de hipnotismos e técnicas várias
e podre apego a monstruosas organizações religiosas...
Apesar de éons de desenvolvimentos de sabedoria símia extremamente sagaz,
tal paradigma não pode afinal alcançar este momento único,
vacuidade-sentar.
Quando, inesperadamente, estamos fora de todos os circuitos rígidos
da nossa intrincada floresta de sistemas arranha-céus
na prisão das nossas cabeças encaixotadas,
imediatamente, este agora de luz-vida-amor último,
inevitavelmente, insubstituivelmente, aqui está; a própria resposta-realidade actuante,para tudo.]
Agora.
- Hôgen Yamahata, “Uma gota de orvalho no deserto” [excerto].
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