
Preciso de uma galega, branca
de neve e bunda de preta,
preciso de uma galega, branca
de tédio e alma de preta,
preciso de uma galega, branca
de morte e vida de preta,
preciso de uma galega, branca
de porre e puta de preta,
preciso de uma galega, pra
lhe dar toda a minha lusofonia!
Gosto do modo como nos faz rir sem ofender. É raro.
ResponderEliminarBeijinhos.
Eu não preciso de galegas nem elas de mim. O que precisamos é de respeito pela identidade lusófona e essa só se recupera e conserva com os povos com os quais convivemos durante cerca de 500 anos.
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