terça-feira, 8 de setembro de 2009

Para Reflectir!

"(…) Outra ideia falsa muito vulgarizada, muito romanceada até pelos nossos filósofos e historiadores modernos, é a da nossa pobreza pública, como diríamos hoje, anteriormente à grande florescência ultramarina. (…) Pela sua situação geográfica, pelas suas aptidões, pela sua administração inteligente e prática – pois que a tivemos já, e dela principalmente deriva a força económica das Nações –, Portugal foi por largo tempo um dos Estados mais ricos da Península, chegando até a ser considerado dos mais ricos da Europa." Luciano Cordeiro

2 comentários:

  1. O problema (entre muitos outros) é que Portugal era - nas palavras de Eduardo Lourenço - não um país que tinha um Império, como a França ou a Inglaterra, mas um Império que tinha um país.
    Quando este buscou caminhos próprios (Brasil) Portugal perdeu o seu destino estratégico e passou a navegar à bolina desde então. Para África, primeiro, para a Europa depois, sempre sem tino.
    É esse tino que urge reencontrar.

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  2. Esse tino passa por ter tino e associar-nos apenas e tão somente àqueles que fizeram o império. Só esses sabem e sentem o verdadeiro significado de ser lusófono. Se prosseguirmos nesse rumo teremos sucesso, se não poderemos colocar tudo a perder.

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