quarta-feira, 30 de setembro de 2009

O Presidente considera que “foram ultrapassados os limites da decência”. Eu concordo.

…já cá tínhamos a crise, tínhamos o Sócrates, podíamos ter sido poupados ao fenómeno de Boliqueime.

4 comentários:

  1. O Presidente da República é o chefe de estado, é o representante legítimo da nação portuguesa. Aqui não se trata de gostar ou deixar de gostar, é uma questão de respeito pela instituição que afinal representa Portugal. Li e reli a mensagem de Sua Excelência e retirei as minhas conclusões. Penso que escrever e comentar só por comentar ou para que conste porque nada há mais a dizer fica muito mal, ainda para mais para quem se julga defender a Lusofonia. Ora, o nosso presidente tem sido daqueles que mais tem defendido Portugal e as organizações às quais os países da CPLP pertencem. Não compreendo porque parece ser tão difícil para essas pessoas entender, escutar o presidente da República e retirar as conclusões justas e naturais do seu discurso. A situação é grave, o nosso presidente está a cumprir o seu dever e a sua intervenção é para ser levada a sério, não para comentários jocosos e menos escrupulosos, quer seja aqui quer em outros fóruns.

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  2. Caro Sebastião

    Não seja mais cavaquista do que o próprio. Acha mesmo que ele nunca se engana?

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  3. Caro Sebastião, há sempre uma primeira vez para tudo, até para assistir a um Presidente a falar dos seus quiproquós, tentando atingir o vencedor das últimas eleições com um discurso irresponsável e mais furado que uma peneira.

    Meu caro, eu até queria levar o Senhor Presidente a sério, mas como se ele ao contrário de esclarecer, tentou sim, levantar suspeitas da vulnerabilidade do sistema informático da Presidência, coisa que nada tem a ver com o que importava ver esclarecido, e pelo caminho inventou um ultimato de deputados do Partido Socialista, duvidou de um mail que já nem o José Manuel Fernandes duvida, desculpou o assessor que dias antes afastou das funções e revelou ao país que não confia no homem que vai indigitar para formar governo.

    Se este Presidente, quizilento, lhe serve, a mim não.

    Felizmente, Pedro Silva Pereira e em nome do Primeiro Ministro, mostrou ter mais sentido de estado que o Presidente da República e, factualmente, arrumou com a novela da inventona.

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