terça-feira, 8 de setembro de 2009

Aforismos sobre Portugal...

(...)
5. O conjunto de todos aqueles que pensam a pátria é, sem necessidade de demonstrações históricas, o Portugal virtual ou aquele que ronda o arquétipo. Por isto se deduz, pela via contrária, que na sociedade actual possa haver o Portugal efémero.

Para ler: http://filosofia-extravagante.blogspot.com/2009/09/aforismos-1.html

14 comentários:

  1. sem este o espaço da língua, dimensão verdadeira onde existe Portugal
    (não nesta finisterra à beira mar plantada, coisa que nenhum nacionalista ainda percebeu...)

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  2. Mas olhe que os filósofos da "extravagância" professam um patriotismo bem vincado, não vendem é a portugalidade ao estrangeiro. Finistérricos, sem dúvida.

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  3. A nova "filosofia portuguesa", na senda já da geração dos seus "mestres", pós-Marinho, reduziu a filosofia a uma única questão: Portugal. O mesmo fez o MIL, reduzindo a Declaração a duas questões: Portugal e Lusofonia.

    Não percebem que assim dão razão ao José Gil e aos psicanalistas. E não percebem que assim ninguém jamais lhes dará ouvidos, para além dos mesmos grupinhos de obcecados de sempre. Porque isso é o que há de mais anti-português: o impulso fundamental de "Portugal" é libertar-se de si, outrar-se e esquecer-se.

    O sinal distorcido disto é que os portugueses só reconhecem e escutam quem vem de fora, quem é ou se tornou Outro. Enquanto a "filosofia portuguesa" mantiver Portugal como o seu tema fundamental jamais sairá das "catacumbas" onde intencionalmente Orlando Vitorino a colocou, para gozar do prestígio de uma clandestinidade, de uma perseguição e de um martírio forjados, imputáveis aos "maus", os estrangeiros e estrangeirados.

    Enquanto for assim, enquanto a filosofia portuguesa não pensar a realidade e o mundo, como fez até José Marinho, enquanto gravitar em torno de Álvaro Ribeiro e sobretudo dos alvarinos, não sairá do provincianismo ressentido e nada trará para o avanço do pensamento e da consciência na humanidade e entre nós, ou seja, para a real melhoria da nação.

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  4. "O mesmo fez o MIL, reduzindo a Declaração a duas questões: Portugal e Lusofonia."

    O MIL não alterou uma só vírgula da sua declaração de princípios.
    Nem na palavra, nem na ação, nem na intenção (futura e presente).

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  5. Vê-se... Eis os temas do MIL e do grupinho activo neste blogue: Portugal e Lusofonia, Portugal e Lusofonia, Portugal e Lusofonia, Portugal e Lusofonia...

    Assim "vivem", assim morrerão...

    Na mesma, como a lesma.

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  6. "grupinho activo"
    Paulo, tu também estás ativo no blog da NA...
    E o termo é injurioso, e de novo, desnecessário: ad hominem, a tal falácia que recentemente apontei.
    E nem só destes temas vive este Blog, como prova os artigos recentes sobre vegetarianismo.
    É um dos focos?
    Claro.
    Não é este o "Blogue da Lusofonia"?

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  7. Eu penso que há diversidade, sempre foi possíver escolher entre o Portugal/Lusofonia e o Vegetarianismo/PPA. Eu escolho...

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  8. Mas poupem-nos a videos de propaganda...

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  9. Clavis, eu sou um indivíduo activo, orgulhosamente (quase) só, perante a manada! Tal como gosto. Argumentos ad hominem são a especialidade deste blogue, que já vi não merecer reflexões mais profundas.

    Guardo isso para as minhas actividades sérias. Aqui é o meu recreio. E se esta treta se anima, agradeçam-me.

    Sou mesmo idiota e arrogante, não sou!? Adoro.

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  10. Ah, nós somos manada? Como tal teremos a protecção do PPA. Não deveria amar-nos? Em vez de se adorar a si mesmo?
    A idiotia e a arrogância eu desculpo mas só hoje, porque estou no meu "momento zen" com as coisas iluminantes que fui lendo por este blogue...

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  11. Meus queridos comentadores
    Mas que azedos!
    Estes figadozitos estao a precisar de muito amor ;-)
    Sumo de meio limão em jejum com outro tanto de agua, tambem ajuda à libertação do azedume.
    E de umas boas sessões de gargalhadas frente ao vosso maior espelho.

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  12. Aqui há os que falam de boa-fé com propriedade , e aqueles(as) que só sabem destruir destilando ódio e cinismo ...
    Tanto azedume , só pode vir de vidas muito pobres .
    Talvez o aroma e sabor do mel , fosse melhor para tornar este espaço mais respirável .
    Que pena e que tristeza .

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