(...)
5. O conjunto de todos aqueles que pensam a pátria é, sem necessidade de demonstrações históricas, o Portugal virtual ou aquele que ronda o arquétipo. Por isto se deduz, pela via contrária, que na sociedade actual possa haver o Portugal efémero.
Para ler: http://filosofia-extravagante.blogspot.com/2009/09/aforismos-1.html
sem este o espaço da língua, dimensão verdadeira onde existe Portugal
ResponderEliminar(não nesta finisterra à beira mar plantada, coisa que nenhum nacionalista ainda percebeu...)
Mas olhe que os filósofos da "extravagância" professam um patriotismo bem vincado, não vendem é a portugalidade ao estrangeiro. Finistérricos, sem dúvida.
ResponderEliminarA nova "filosofia portuguesa", na senda já da geração dos seus "mestres", pós-Marinho, reduziu a filosofia a uma única questão: Portugal. O mesmo fez o MIL, reduzindo a Declaração a duas questões: Portugal e Lusofonia.
ResponderEliminarNão percebem que assim dão razão ao José Gil e aos psicanalistas. E não percebem que assim ninguém jamais lhes dará ouvidos, para além dos mesmos grupinhos de obcecados de sempre. Porque isso é o que há de mais anti-português: o impulso fundamental de "Portugal" é libertar-se de si, outrar-se e esquecer-se.
O sinal distorcido disto é que os portugueses só reconhecem e escutam quem vem de fora, quem é ou se tornou Outro. Enquanto a "filosofia portuguesa" mantiver Portugal como o seu tema fundamental jamais sairá das "catacumbas" onde intencionalmente Orlando Vitorino a colocou, para gozar do prestígio de uma clandestinidade, de uma perseguição e de um martírio forjados, imputáveis aos "maus", os estrangeiros e estrangeirados.
Enquanto for assim, enquanto a filosofia portuguesa não pensar a realidade e o mundo, como fez até José Marinho, enquanto gravitar em torno de Álvaro Ribeiro e sobretudo dos alvarinos, não sairá do provincianismo ressentido e nada trará para o avanço do pensamento e da consciência na humanidade e entre nós, ou seja, para a real melhoria da nação.
A filosofia do saco...
ResponderEliminar"O mesmo fez o MIL, reduzindo a Declaração a duas questões: Portugal e Lusofonia."
ResponderEliminarO MIL não alterou uma só vírgula da sua declaração de princípios.
Nem na palavra, nem na ação, nem na intenção (futura e presente).
Vê-se... Eis os temas do MIL e do grupinho activo neste blogue: Portugal e Lusofonia, Portugal e Lusofonia, Portugal e Lusofonia, Portugal e Lusofonia...
ResponderEliminarAssim "vivem", assim morrerão...
Na mesma, como a lesma.
"grupinho activo"
ResponderEliminarPaulo, tu também estás ativo no blog da NA...
E o termo é injurioso, e de novo, desnecessário: ad hominem, a tal falácia que recentemente apontei.
E nem só destes temas vive este Blog, como prova os artigos recentes sobre vegetarianismo.
É um dos focos?
Claro.
Não é este o "Blogue da Lusofonia"?
Eu penso que há diversidade, sempre foi possíver escolher entre o Portugal/Lusofonia e o Vegetarianismo/PPA. Eu escolho...
ResponderEliminarMas poupem-nos a videos de propaganda...
ResponderEliminarVai-se matar alguém?... :)
ResponderEliminarClavis, eu sou um indivíduo activo, orgulhosamente (quase) só, perante a manada! Tal como gosto. Argumentos ad hominem são a especialidade deste blogue, que já vi não merecer reflexões mais profundas.
ResponderEliminarGuardo isso para as minhas actividades sérias. Aqui é o meu recreio. E se esta treta se anima, agradeçam-me.
Sou mesmo idiota e arrogante, não sou!? Adoro.
Ah, nós somos manada? Como tal teremos a protecção do PPA. Não deveria amar-nos? Em vez de se adorar a si mesmo?
ResponderEliminarA idiotia e a arrogância eu desculpo mas só hoje, porque estou no meu "momento zen" com as coisas iluminantes que fui lendo por este blogue...
Meus queridos comentadores
ResponderEliminarMas que azedos!
Estes figadozitos estao a precisar de muito amor ;-)
Sumo de meio limão em jejum com outro tanto de agua, tambem ajuda à libertação do azedume.
E de umas boas sessões de gargalhadas frente ao vosso maior espelho.
Aqui há os que falam de boa-fé com propriedade , e aqueles(as) que só sabem destruir destilando ódio e cinismo ...
ResponderEliminarTanto azedume , só pode vir de vidas muito pobres .
Talvez o aroma e sabor do mel , fosse melhor para tornar este espaço mais respirável .
Que pena e que tristeza .