“os mais poderosos impulsos dos sentidos, as mais puras ansiedades de espírito se juntaram em Rembrandt e o fizeram um homem completo; certamente não é a paz, pelo menos paz tal como a conceberam os homens e a desejam para fim dos seus tormentos; mas talvez que a paz verdadeira, consista, para o espírito superior, em compreender as batalhas”[1]
[1] A vida e a arte de Rembrandt, Lisboa, Edição do Autor, 1943, p. 21.
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