segunda-feira, 24 de agosto de 2009

REMBRANDT

“os mais poderosos impulsos dos sentidos, as mais pu­ras ansiedades de espírito se juntaram em Rembrandt e o fizeram um homem completo; certamente não é a paz, pelo menos paz tal como a conceberam os homens e a desejam para fim dos seus tormentos; mas talvez que a paz verdadeira, consista, para o espírito supe­rior, em compreender as batalhas”[1]

[1] A vida e a arte de Rembrandt, Lisboa, Edição do Autor, 1943, p. 21.

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