Talvez a despertar do dormir.A propósito: quem teve o privilégio de viajar pelo Enorme oriente jamais pode deixar de reconhecer esse mundo fascinante.
O Oriente sempre foi o alter-ego da consciência ocidental, num misto de fascínio e repulsa pelo Outro que há em nós, pela alteridade que toda a identidade em si necessariamente suscita e oculta.
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Talvez a despertar do dormir.
ResponderEliminarA propósito: quem teve o privilégio de viajar pelo Enorme oriente jamais pode deixar de reconhecer esse mundo fascinante.
O Oriente sempre foi o alter-ego da consciência ocidental, num misto de fascínio e repulsa pelo Outro que há em nós, pela alteridade que toda a identidade em si necessariamente suscita e oculta.
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