segunda-feira, 10 de agosto de 2009

DOSTOIEVSKY

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“para Dos­toievsky, o povo russo há-de ser como um Cristo colectivo e há-de ensinar as outras nações, perdidas na soberba e no luxo, a viverem uma vida de espí­rito; por isso repele todos os que vêem a revolução como puramente mate­rial: para ele, a «Ocidentalização» da Rússia é mais um sofrimento, um martírio imposto ao povo; o que interessa é a revolução nas almas: para essa estão preparados os russos, por essa hão-de salvar o mundo”[1].

[1] O grande Inquisidor (Dostoievsky), Lisboa, Edição do Autor, 1941, p. 4.

1 comentário:

  1. Obrigado pelo post.

    Soube caracterizar, usando dos humanos, com pena de génio, onde está o bem e o mal, mas não declaradamente.

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