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“para Dostoievsky, o povo russo há-de ser como um Cristo colectivo e há-de ensinar as outras nações, perdidas na soberba e no luxo, a viverem uma vida de espírito; por isso repele todos os que vêem a revolução como puramente material: para ele, a «Ocidentalização» da Rússia é mais um sofrimento, um martírio imposto ao povo; o que interessa é a revolução nas almas: para essa estão preparados os russos, por essa hão-de salvar o mundo”[1].
[1] O grande Inquisidor (Dostoievsky), Lisboa, Edição do Autor, 1941, p. 4.
Obrigado pelo post.
ResponderEliminarSoube caracterizar, usando dos humanos, com pena de génio, onde está o bem e o mal, mas não declaradamente.