segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Daquele que era, alegadamente, "contra o trabalho".

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VAN GOGH

“desenhava 12 horas por dia e já às quatro da manhã se encontrava no campo a surpreender os efeitos do céu; corrigia-se pela medita­ção dos grandes artistas do passado e pela contempla­ção cada vez mais penetrante do que os seus olhos viam; não lhe escapava nenhum elemento dos que verdadeiramente podiam servir à sua preparação; esta­belecera como princípio firme que só são grandes os que querem ser grandes e que a inspiração na arte não vem como uma fada benfazeja aos ociosos, mas como o resultado dum longo, paciente e inteligente trabalho.”[1].

[1] A vida e a arte de Van Gogh, Lisboa, Edição do Autor, 1940, p. 18.

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