
PALAVRAS DE JOSÉ RAMOS-HORTA:
"Portugal ocupa uma posição única do nosso país. Diria que uma posição central! Partilhamos centenas de anos de uma ligação colonial que, apesar da dimensão óbvia da subjugação, une povos e culturas (...) e forja uma nova identidade, ajudando-nos a progredir de comunidades tribais para um Estado-nação".
Comentário de Francisco José Fadul:
ResponderEliminar"É o que a História ensina, quando olhada numa perspectiva científica, sem emoção e sem complexos."
Pois as comunidades tribais faziam correr menos sangue... O Estado-nação, duplo do ego pessoal no plano político, é um dos mais evidentes sinais da decadência humana.
ResponderEliminarIsso é uma completa falsidade histórica: que "as comunidades tribais faziam correr menos sangue".
ResponderEliminarAh, sim? Então contabiliza o número de mortos e destruições em guerras antes e depois da invenção das nações. Como é evidente por exemplo em África, depois da infeliz exportação para lá do modelo do Estado nacional europeu. Quanto às posições de Fadul, é sempre triste ver um filho de África convertido ao Ocidente.
ResponderEliminarO que é evidente é a motivação tribal da maior parte das matanças em África. Não perceber isso é crassa ignorância...
ResponderEliminarE porquê? Porque o modelo do estado-nação, inadequado à realidade tribal africana, obriga as distintas tribos e etnias a uma convivência forçada e a relações de subordinação insustentáveis. Não perceber isso é ignorância crassa.
ResponderEliminarEncontrou a solução, há que retalhar áfrica em cada uma de suas tribos, acabando de uma vez com essas falsidades coloniais de nome: Moçambique, Angola, Cabo verde, S. Tomé e Guiné!
ResponderEliminarDepois dividir o Portugal, nos seus minhotos, algarvios e o quê mais!
ResponderEliminarNo Brasil também, mas vai ser mais difícil... Mas se pode sempre importar alguma ideologia europeia da raça!
Eu já não sou português. Proclamei em mim o V Império.
ResponderEliminarParabéns. Isso foi em que manicómio?
ResponderEliminar