
O cavalo tinha eloquência,
a besta de porre relinchava,
toalhas o cavalo comia,
no altar quando escouceava
moral, gripe e demência,
a galope e a trote, e tossia
pela manhã, quando pensava
que era galo. Surgiu a besta
à virgem, a virgem surgiu
sem manto, e tinha a besta
esquizofrenia e cobriu.
Sempre fomos bons na produção de "cavalos"...
ResponderEliminarApaguei o comentário de uma tal de "Maria", e o mesmo farei sempre que seja comentário de má fé.
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