Está muito enganada, senhora Ariana: eu nunca quis ser Fernando Pessoa, mas mais do que Pessoa. A minha Poesia, pela forma e pelos temas, paira muito acima dos seus versos. É Poesia pura. Estou noutra dimensão. Pessoa não é a minha referência. Quero... mais e melhor, ao nível das estrelas e das constelações, ao som dos violinos. Pessoa?!... Nem por sombras. Camões, sim! José Régio, Miguel Torga, António Nobre, Teixeira de Pascoaes. Que enganada está vossemecê, senhora Ariana dos insultos e dos nomes feios!
Processá-la?!... Isso quereria vossemecê... para aproveitar-se do meu nome! Vá-se debatendo com a sua rival Oestrimnia... que lhe dá água pela barba e deixe-me em paz com os meus "pós-moderníssimos" poemas! Se quer saber alguma coisa acerca de mim, leia o que a meu respeito escreveu o Prof. Amadeu Carvalho Homem no Blogue da ALTERNATIVA - CULTURA OUTRA, que pelo visto não lhe é estranho. E viva a felizarda!
A PIDE está entre nós. Aderiu à Nova Águia e ao MIL. O Quinto Império chegou.
ResponderEliminarA Ariana quer ser lusitana.
Trate-se.
ResponderEliminar(Re)trete-se.
ResponderEliminarBelos sonetos!!!!!!
ResponderEliminarSem dúvida, e com arte de quem a tem, além de vocabulário e conhecimento profundo da língua.
Está muito enganada, senhora Ariana: eu nunca quis ser Fernando Pessoa, mas mais do que Pessoa. A minha Poesia, pela forma e pelos temas, paira muito acima dos seus versos. É Poesia pura. Estou noutra dimensão. Pessoa não é a minha referência. Quero... mais e melhor, ao nível das estrelas e das constelações, ao som dos violinos. Pessoa?!... Nem por sombras. Camões, sim! José Régio, Miguel Torga, António Nobre, Teixeira de Pascoaes. Que enganada está vossemecê, senhora Ariana dos insultos e dos nomes feios!
ResponderEliminarPoema inédito de Fernando Pessoa,
ResponderEliminarsupostamente destinado à "Mensagem":
GUARDAR O SONHO
O Sonho começou a pressentir-se
antes da Obra ainda se pensar,
devendo por destino esta cumprir-se
para em si mesmo o Sonho se guardar!
Que importa, pois, que os galeões de vez
no largo mar tivessem naufragado,
se foi assim que o Império se desfez
para outra vez voltar a ser sonhado?!
Se em Alcácer-Quibir morreu outrora,
numa tarde de Agosto abrasadora,
a flor da fidalguia portuguesa,
não foi, acaso, ao malograr-se a empresa
que nasceu para o nosso coração
o verdadeiro Dom Sebastião?!...
Paulo Borges disse...
Caro João de Castro Nunes, pode indicar a fonte deste poema?
9 de Junho de 2009 14:00
João de Castro Nunes disse...
Lamento, mas de momento não estou autorizado a revelá-la. Cumprimentos.
9 de Junho de 2009 14:20
Processe-me.
Bem o comeram. Tomara Fernando Pessoa!
ResponderEliminarProcessá-la?!... Isso quereria vossemecê... para aproveitar-se do meu nome! Vá-se debatendo com a sua rival Oestrimnia... que lhe dá água pela barba e deixe-me em paz com os meus "pós-moderníssimos" poemas!
Se quer saber alguma coisa acerca de mim, leia o que a meu respeito escreveu o Prof. Amadeu Carvalho Homem no Blogue da ALTERNATIVA - CULTURA OUTRA, que pelo visto não lhe é estranho. E viva a felizarda!
Google. Tome um calmante e um laxante.
ResponderEliminarPara ser minha rival tinha que conseguir correr 10km assim carregadinha...
ResponderEliminarArrumei com vossemecê!
ResponderEliminarAlguns homens tentaram mas fui mais rápida.
ResponderEliminarAssente os pés na terra, deixando o espaço... para as águias!
ResponderEliminar"Assente os pés na terra, deixando o espaço... para as águias!"
ResponderEliminarBela síntese!
Felizes são as verdadeiras águias...
Tanto as da terra quanto as do céu!
Mas vocês são baratas.
ResponderEliminarNão nos despromova!
ResponderEliminarImpossível, sempre estiveram no chão.
ResponderEliminarSó para descansar, evidentemente! Em cima dos rochedos, não rasteiramente ao nível do solo, onde pululam as baratas.
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