Iberista, não. Nem mesmo europeísta. Mas confesso que sou universalista.
"To see a world in a grain of sand, And a heaven in a wild flower, Hold infinity in the palm of your hand, And eternity in an hour." William Blake
"3 – Os valores essenciais da cultura lusófona constituem, junto com os valores essenciais de outras culturas, uma alternativa viável à crise do actual ciclo de civilização economicista e tecnocrático, contribuindo, com o seu humanismo universalista e sentido cósmico da vida, para uma urgente mutação da consciência e do comportamento, que torne possível uma outra globalização, a do desenvolvimento das superiores possibilidades humanas e da harmonia ecológica, possibilitando a utilização positiva dos actuais recursos materiais e científico-tecnológicos."
Se existe algum, é bom que saiba que isso é algo que o estado espanhol nunca permitiria. Os portugueses seriam aliciados com a canção das sereias duma federação ibérica e acabariam trucidados não numa federação, mas num estado trucidador de nações chamado espanha. Que o digam todos os povos actualmente pertencentes ao estado espanhol. Tudo o estado espanhol tem feito para acabar com as várias nações e transformar as culturas e línguas próprias em resíduos folclóricos.
Para que venha a existir uma federação ou melhor ainda ou confederação Hispânica na península ibérica, primeiro terá que desaparecer a espanha. Saramago é um bom exemplo de alguém que anda cego e não consegue ver isto.
O estado espanhol tem por missão que lhe é dada pelo seu nome, ocupar as fronteiras da Hispania do Império Romano, uma espécie de pequeno império feito à custa da anulação das restantes nacionalidades. Para quem tem alguma dúvida que faça uma visita à Galiza e vejam o caminho de Portugal integrado na Espanha. Vejam os jornais, vejam as televisões e falem com as pessoas.
Bem sei que o direito à palermice é capaz de ser um direito constitucional mas são sem dúvida preocupantes os rastos que essa ideia vai deixando aqui e ali nos meios de comunicação e nalgumas conversas.
Iberista, não. Nem mesmo europeísta. Mas confesso que sou universalista.
ResponderEliminar"To see a world in a grain of sand,
And a heaven in a wild flower,
Hold infinity in the palm of your hand,
And eternity in an hour."
William Blake
"3 – Os valores essenciais da cultura lusófona constituem, junto com os valores essenciais de outras culturas, uma alternativa viável à crise do actual ciclo de civilização economicista e tecnocrático, contribuindo, com o seu humanismo universalista e sentido cósmico da vida, para uma urgente mutação da consciência e do comportamento, que torne possível uma outra globalização, a do desenvolvimento das superiores possibilidades humanas e da harmonia ecológica, possibilitando a utilização positiva dos actuais recursos materiais e científico-tecnológicos."
Não percebi este comentário.
ResponderEliminarSe existe algum, é bom que saiba que isso é algo que o estado espanhol nunca permitiria. Os portugueses seriam aliciados com a canção das sereias duma federação ibérica e acabariam trucidados não numa federação, mas num estado trucidador de nações chamado espanha. Que o digam todos os povos actualmente pertencentes ao estado espanhol. Tudo o estado espanhol tem feito para acabar com as várias nações e transformar as culturas e línguas próprias em resíduos folclóricos.
ResponderEliminarPara que venha a existir uma federação ou melhor ainda ou confederação Hispânica na península ibérica, primeiro terá que desaparecer a espanha. Saramago é um bom exemplo de alguém que anda cego e não consegue ver isto.
O estado espanhol tem por missão que lhe é dada pelo seu nome, ocupar as fronteiras da Hispania do Império Romano, uma espécie de pequeno império feito à custa da anulação das restantes nacionalidades. Para quem tem alguma dúvida que faça uma visita à Galiza e vejam o caminho de Portugal integrado na Espanha. Vejam os jornais, vejam as televisões e falem com as pessoas.
Bem sei que o direito à palermice é capaz de ser um direito constitucional mas são sem dúvida preocupantes os rastos que essa ideia vai deixando aqui e ali nos meios de comunicação e nalgumas conversas.
O Saramago foi recentemente à Galiza e recusou-se a falar português. Está tudo dito...
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