sábado, 27 de junho de 2009

Há por aqui algum iberista?

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Se há, é favor ler:
http://renascimentolusitano.blogspot.com/2009/06/federacao-iberica-nao-gracias.html

E vai ver que isso passa...

4 comentários:

  1. Iberista, não. Nem mesmo europeísta. Mas confesso que sou universalista.

    "To see a world in a grain of sand,
    And a heaven in a wild flower,
    Hold infinity in the palm of your hand,
    And eternity in an hour."
    William Blake

    "3 – Os valores essenciais da cultura lusófona constituem, junto com os valores essenciais de outras culturas, uma alternativa viável à crise do actual ciclo de civilização economicista e tecnocrático, contribuindo, com o seu humanismo universalista e sentido cósmico da vida, para uma urgente mutação da consciência e do comportamento, que torne possível uma outra globalização, a do desenvolvimento das superiores possibilidades humanas e da harmonia ecológica, possibilitando a utilização positiva dos actuais recursos materiais e científico-tecnológicos."

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  2. Se existe algum, é bom que saiba que isso é algo que o estado espanhol nunca permitiria. Os portugueses seriam aliciados com a canção das sereias duma federação ibérica e acabariam trucidados não numa federação, mas num estado trucidador de nações chamado espanha. Que o digam todos os povos actualmente pertencentes ao estado espanhol. Tudo o estado espanhol tem feito para acabar com as várias nações e transformar as culturas e línguas próprias em resíduos folclóricos.

    Para que venha a existir uma federação ou melhor ainda ou confederação Hispânica na península ibérica, primeiro terá que desaparecer a espanha. Saramago é um bom exemplo de alguém que anda cego e não consegue ver isto.

    O estado espanhol tem por missão que lhe é dada pelo seu nome, ocupar as fronteiras da Hispania do Império Romano, uma espécie de pequeno império feito à custa da anulação das restantes nacionalidades. Para quem tem alguma dúvida que faça uma visita à Galiza e vejam o caminho de Portugal integrado na Espanha. Vejam os jornais, vejam as televisões e falem com as pessoas.

    Bem sei que o direito à palermice é capaz de ser um direito constitucional mas são sem dúvida preocupantes os rastos que essa ideia vai deixando aqui e ali nos meios de comunicação e nalgumas conversas.

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  3. O Saramago foi recentemente à Galiza e recusou-se a falar português. Está tudo dito...

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