domingo, 7 de junho de 2009

FRANCISCO FADUL QUER FORÇA MULTINACIONAL

Um dia após os assassinatos dos ex-ministros Hélder Proença e Baciro Dabó, novos dados sobre o caso indicam que Baciro, alegadamente morto quando resistia à detenção, foi abatido com três tiros no peito e um na cabeça, sinal claro de uma execução sumária.

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O presidente do Tribunal de Contas da Guiné-Bissau, Francisco Fadul, pôs ontem em causa a teoria de golpe de Estado e defendeu a intervenção de uma força multinacional no país. Fadul considera que os últimos acontecimentos provam que "o Estado se tornou um fiasco, porque não é capaz de zelar pelos interesses dos cidadãos, pela prevenção da ordem mínima".

Correio da Manhã (F. J. Gonçalves com agências).

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