quarta-feira, 20 de maio de 2009

“Olhares Europeus sobre Fernando Pessoa”

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Seminário Internacional
“Olhares Europeus sobre Fernando Pessoa”

2 de Junho
Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Sala 5.2

Fernando Pessoa é sem dúvida o autor português mais conhecido e estudado mundialmente. O presente seminário visa tornar público o trabalho de vários jovens investigadores europeus, que na maioria preparam em Portugal teses de doutoramento sobre Pessoa, no domínio da Filosofia. Pretende-se que este seja um primeiro passo no sentido de promover, a nível internacional, o conhecimento filosófico de um autor que até hoje tem sido sobretudo objecto de estudos literários, embora se haja definido como “um poeta animado pela filosofia”.

Programa:

14.00 - Julia Alonso Dieguez (Espanha) – Fernando Pessoa: Un Pensamiento de la Nada
14. 30 - Fabrizio Boscaglia (Itália) - Poesia e Alma. Diálogo imaginário entre Bernardo Soares e James Hillman
15.00 - Dirk Hennrich (Alemanha) - Ultimatos à Metafísica. Considerações sobre Immanuel Kant e Fernando Pessoa

15.30 – 15.45 - Intervalo
15.45 – Antonio Cardiello (Itália) - Biblioteca e marginalia. Pessoa leitor de Jules de Gaultier: De Kant a Nietzsche (1910)
16.15 - Dagmara Kraus (Alemanha) – ‘L’idolâtrie du virtuel’: nostalgia and regret in Cioran’s works
16.45 – Conclusão

Organização e moderação: Paulo Borges
Apoios:
Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa
Associação Agostinho da Silva
Revista « Nova Águia »

Contactos : pauloaeborges@gmail.com / 918113021

Entrada Livre

4 comentários:

  1. "COUSAS"

    Pessoa, para ti "cousas" são "cousas"
    e nada mais do que isso, expressamente:
    rosas são rosas e, na tua mente,
    placas de xisto não são mais que lousas.

    Já para Pascoaes, seja o que for,
    calhau, pequena pedra no caminho,
    um cardo, um par de pássaros no ninho,
    são susceptíveis de sentir... amor!

    Tudo tem alma, até mesmo o granito
    que ao fim de milhões de anos, com certeza,
    há-de ser luz ou chama no infinito.

    Ó Poeta do Marão, valha a verdade,
    em cada "cousa" ou ser da natureza
    sentes que existe um laivo de saudade!

    JOÃO DE CASTRO NUNES

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  2. Tomei a liberdade de copiar...

    Obrigado.

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