sábado, 2 de maio de 2009

Língua Portuguesa representa 17% do PIB de Portugal


"O Instituto Superior de Ciências do Trabalho e Empresa (ISCTE), de Portugal, calculou o peso que língua portuguesa tem na economia do país e concluiu que o idioma representa 17% do PIB nacional, usando como base o cálculo de média ponderada do peso da língua em atividades econômicas como a comunicação social, as telecomunicações e o ensino. O português também foi destacado pelo estudo como uma língua do futuro.

A pesquisa realizada pelo instituto revelou que o político falante de postuguês mais conhecido entre os estudantes da língua pelo mundo é o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva. Em seguida, estão José Manuel Durão Barros, atual presidente da Comissão Europeia e ex-ministro de Portugal, e Cavaco Silva, atual presidente do país.

O jogador de futebol falante de português mais conhecido também é brasileiro: Ronaldinho Gaúcho, do Milan, que superou o português Luís Figo, do Inter.

Na literatura, o peso dos autores portugueses fala mais alto: José Saramago, Fernando Pessoa e Eça de Queiroz são os escritores mais lembrados."


Fonte: revista Conhecimento Prático - Língua Portuguesa, nº 17, abril de 2009, editora Escala.

6 comentários:

  1. Às vezes o pardal é mais conhecido pelo fato de voar menos que a àguia.

    E naturalmente pela balburdia em vez do canto que em bando fazem.

    Só para descontrair.... rsrsrsrs

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  2. Hoje tudo se avalia em termos económicos. Até o que é sagrado, como essa vibração subtil chamada "língua". Até quando? Até que tudo se inverta e nos caia em cima...

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  3. Pois é, Paulo Borges, valor, hoje em dia, é o valor econômico...
    Estamos perdendo "la ternura"?

    abrçs

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  4. Solução económica para Portugal:

    Vende-se a língua, acaba-se com o "défice". Pelo caminho, acaba-se de vez com Portugal. E fica, para sempre, o problema resolvido...

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  5. A ternura não se perde, pois é do ser, não do ter. Só se pode perder o que se "tem", não o que se é, embora muitos confundam o que são com o que têm, não só posses materiais, mas também pensamentos, desejos, emoções, etc. É mais difícil esta economia interna.

    Saudações transatlânticas

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