quinta-feira, 30 de abril de 2009

A Voz e a Poesia da Inquietação

(A pedido indireto do Paulo Borges)

9 comentários:

  1. E muito facil falar de inquietacao. O pior e que, quando a praticamos, cai-nos toda a gente em cima.

    Os inquietos, isto e, aqueles que nao se limitam a falar de inquietacao, nunca foram populares ...

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  2. O Homem não tem que ser inquieto nem deixar de o ser. Apenas ser o que é. E quando todos poderem sê-lo, todos serão populares: (um só) povo.

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  3. A quietude hoje é uma inquietação para os inquietos.

    Se assumimos mesmo a inquietação, que importa o que nos caia em cima?

    É verdade que não há que ser inquieto nem deixar de o ser. Mas o que é isso de ser o que se é e de ser homem? O que é ser? O que é ser homem? Palavras gastas.

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  4. As palavras não se podem gastar.
    Não se gasta o que não existe - a não ser cada Homem.

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  5. «Viver! ser homem! Que mais alta ambição pode um coração conceber?»
    Antero de Quental

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  6. Eu concordo com a Ana Margarida e não percebi nada do que disseram a seguir.

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  7. Ena, ena, o José Mário Branco. Grande "mestre" da filosofia portuguesa, a par do Garcia Pereira. E, por isso, grande "admirador" da NOVA ÁGUIA e do MIL...

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  8. "Se assumimos mesmo a inquietação, que importa o que nos caia em cima?"

    Importa apenas porque muitas vezes a inquietacao e confundida com "provocacao" e "gosto por denuncias bombasticas" por parte de supostos companheiros de inquietude.

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  9. Nunca disse ser companheiro de algo ou alguém. Quanto às denúncias, quem as faz delas e de sua justiça sabe.

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