A quietude hoje é uma inquietação para os inquietos.
Se assumimos mesmo a inquietação, que importa o que nos caia em cima?
É verdade que não há que ser inquieto nem deixar de o ser. Mas o que é isso de ser o que se é e de ser homem? O que é ser? O que é ser homem? Palavras gastas.
Ena, ena, o José Mário Branco. Grande "mestre" da filosofia portuguesa, a par do Garcia Pereira. E, por isso, grande "admirador" da NOVA ÁGUIA e do MIL...
"Se assumimos mesmo a inquietação, que importa o que nos caia em cima?"
Importa apenas porque muitas vezes a inquietacao e confundida com "provocacao" e "gosto por denuncias bombasticas" por parte de supostos companheiros de inquietude.
E muito facil falar de inquietacao. O pior e que, quando a praticamos, cai-nos toda a gente em cima.
ResponderEliminarOs inquietos, isto e, aqueles que nao se limitam a falar de inquietacao, nunca foram populares ...
O Homem não tem que ser inquieto nem deixar de o ser. Apenas ser o que é. E quando todos poderem sê-lo, todos serão populares: (um só) povo.
ResponderEliminarA quietude hoje é uma inquietação para os inquietos.
ResponderEliminarSe assumimos mesmo a inquietação, que importa o que nos caia em cima?
É verdade que não há que ser inquieto nem deixar de o ser. Mas o que é isso de ser o que se é e de ser homem? O que é ser? O que é ser homem? Palavras gastas.
As palavras não se podem gastar.
ResponderEliminarNão se gasta o que não existe - a não ser cada Homem.
«Viver! ser homem! Que mais alta ambição pode um coração conceber?»
ResponderEliminarAntero de Quental
Eu concordo com a Ana Margarida e não percebi nada do que disseram a seguir.
ResponderEliminarEna, ena, o José Mário Branco. Grande "mestre" da filosofia portuguesa, a par do Garcia Pereira. E, por isso, grande "admirador" da NOVA ÁGUIA e do MIL...
ResponderEliminar"Se assumimos mesmo a inquietação, que importa o que nos caia em cima?"
ResponderEliminarImporta apenas porque muitas vezes a inquietacao e confundida com "provocacao" e "gosto por denuncias bombasticas" por parte de supostos companheiros de inquietude.
Nunca disse ser companheiro de algo ou alguém. Quanto às denúncias, quem as faz delas e de sua justiça sabe.
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