«Mais de 100 anos passaram eu ainda recordo os tambores que ao longe um dia me chamaram. Trouxe a águia a mensagem que o corvo leu liberada pelo vento aos filhos do sol.
Vós podeis matar-me o corpo e condenar-me a alma. Devo eu pintar a face ou fumar a paz. Eu já dei a minha pena à semente da terra que os céus hão-de chorar no ciclo da vida.» João Portela
«Sou a voz do Futuro, essa voz que há-de ouvir Tudo o que sonha e vive, o que estremece e sente!...» Teixeira de Pascoaes, Jesus e Pã
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