... porque importa aprender com o saber.
«... ninguém me estranhe chamar nobre à arte cujos professores, por leis divinas e humanas, são tidos por infames. Essa é a valentia desta arte - como a dos alquimistas, que se gabam que sabem fazer oiro de enxofre - que de gente vil faz fidalgos, porque aonde luz o oiro não há vileza... Assim são os ladrões... chamam-se infames, quando os sentenciam, que é poucas vezes; mas nas ruas, por onde andam de contínuo em alcateias, têm nomes muito nobres... mas nas obras todos são piratas.»
in "Arte de Furtar"
Piratas!?
Desde que se pirateie bem...
ResponderEliminarMarinho: “toda a obra superior da arte ou do pensamento é um plágio bem feito”.
Afinal eu não precisava de saber que Mark Twain descobriu que só o primeiro homem nunca citou ninguém, pois temos o grande Marinho.
ResponderEliminarExcelente citação.
A cópia é sempre melhor que o original !
ResponderEliminarL+G
"Nomes muito nobres" nem sempre.
ResponderEliminarÀs vezes até de moluscos são chamados.
E estes já nem andam pelas ruas;
de avião, disco voador e quase sempre bebados rsrsrsr
Ladrões certamente e refinadíssimos;
"aprender com o saber"? Como, se ler dá azia?
Julio, ler bem, talvez, que significa não absorver simplesmente, mas sim concluir o texto através de nós e em nós.
ResponderEliminarJulgo que não se lê pouco. Lê-se mal.
Esta "Azia", e de certa forma o comentário, caro António, especificamente tem endereço certo aqui no Brasil.
ResponderEliminarAo meu foco, ainda que não tenha sido esse o do texto, revelou-se uma figura muito conhecida, rodeada de seus ajudantes.