terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Sinagoga, Catedral, Templos...

Assim postados de pé e dispostos a descobrir e transformar o que nos vier às mãos, esses gulosos senhores não medram, porque eles acreditam no horizonte alcançável e nós não.


E foi assim que aconteceu...
Em Lisboa uma catedral e em Amsterdã uma sinagoga... Portuguesa...
Esses portugueses têm uma mania de casas!
Onde vão querem fazer uma casa, e fazem.
E a matriarca residência da nação é onde celebra o sagrado.

E é isso catedral, sinagoga, templo, fontes, duas...
E um mar dos mares que é os sete já navegados...

África, Ásia, Europa, América, a lusofonar seu canto, que também canta
Além de ter casa!

E assim vem-me à cabeça uma casa e a primeira que me ocorre é a Casa de Portugal em São Paulo, e um nome, Paulo.
Vi mesmo como se em Amsterdã um Paulo a falar em São Paulo, e algum meu também junto...
Passou-me neste momento este ato futuro...
Mas eu não tenho esse hábito, de olhar o futuro!
Do presente pra trás, e olhe lá!

Mas vi realmente como o Luís viu no seu sonho também ele, a mostrar lá as suas cerâmicas!
É certo como diz o professor que o que é, é o descobrir.
Mas que eu vi e até quase ouvi, porque o canto eu estaria presente com o meu...
Modesto, certamente modesto mas como é meu...
Seria este...
Lusofonar há de ter um ritmo e tem, e no mínimo são sete também...
E um tesouro de língua que é para mim ainda um mistério, que a não conheço,
Mas pelo brilho que vejo no feito nela por quem sabe, confesso que até os invejo...
Mas leio e aí admiro...

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