quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Mais um eco...

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Obrigado, muito Obrigado, Obrigadíssimo...Não vos poderdes fazer uma ideia do que esta a chover aqui desde séculos... mas agora temos uma luz... e precisamos todas as forças possíveis para abrir janelas... Entrai irmãos da Lusofonia, entrai e ajudar-nos a salvar a nossa língua comum... estamos de braços abertos a vossa espera.
Ecoar por toda a Lusofonia a nossa voz, porque é vossa, porque se o galego falecer no seu berço, toda a lusofonia estará viúva, serão filhos sem mãe!

Artur Alonso Novelhe
Envio um poema... para publicar no Blogue... Obrigado...

Mesmo que despertemos
eles comeram devagar o sangue do nosso sangue;
para evitar ser carne retiraram o verbo das palavras,
e os ditados impostos como hemisférios norte
e sul não porque também é promiscuo;
eliminarão como outros, pontos cardinais ate o oeste
que é sempre onde sol se deita
e nossos filhos renascem frescos.
Porque de ali vem às almas
dos que seguiram caminho luminoso amando
Mesmo que acordem mil anos viver
eles de beber sobre a morte nunca se cansam
nem se saciam de dizer adversidades como bomba,
descarga, três catorze 16, e mesmo o numero áureo
que só conjugam os que cavalgam
sobre os sonhos da ração exata
porque nunca se saciam
tampouco desistem:
te levam da mão os filhos que com sangue ergues-te,
repartem na escola doutrinas encarceram a mente;
pois tem a força a saída, armada e organizada
contra aqueles que se reúnem
e não são vozes senão gritos
Deitáramos o muro
Mas nada temos resolvido.
Porque eles nunca desistem.

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