terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

De máscaras não precisas...

Três vezes diz
Trinta vezes repete
Trezentas vezes ecoa

De máscaras não precisas
Tens já quase mil faces
Mas apenas um rosto

Um único rosto
Uma única rota
Um único rumo

4 comentários:

  1. Nao sera a homogeneidade a morte de qualquer projecto, seja ele uma producao cultural, uma empresa, uma familia ou ate uma Patria?

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  2. Não. A morte de qualquer projecto está na incoerência e na inconsequência...

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  3. Caro Epifânio

    poema válido só para o Entrudo
    ou para o ano todo?

    abraço grande

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