Como quase toda a gente recorda, diz o (ainda?) respeitado mas quiçá já praticamente não de facto estudado Camões que "transforma-se o amador na cousa amada".
Pois bem, aqui o objecto da nossa devota vontade é porventura outro.
Por isso - atrevo-me a dizê-lo -, mais importaria, meu caro Renato Epifânio, fazer simples jus ao seu nome, e renascer cada um nós Águia, para assim se ir melhor fazendo a necessária epifania lusófona!
A cada um, de descobrir o que seja sê-lo em sua pessoal descoberta e vivência da lusofonia!
Não será nunca de esperar caminho fácil, mas nunca ninguém disse que ser homem seria coisa fácil: porque o seria ser águia lusófona?
E sangue, e lágrimas se precisas forem... mas de alegria e não de tristeza, "que o ruim", como diz minha companheira, "por si se destrói"
ResponderEliminarComo quase toda a gente recorda, diz o (ainda?) respeitado mas quiçá já praticamente não de facto estudado Camões que "transforma-se o amador na cousa amada".
ResponderEliminarPois bem, aqui o objecto da nossa devota vontade é porventura outro.
Por isso - atrevo-me a dizê-lo -, mais importaria, meu caro Renato Epifânio, fazer simples jus ao seu nome, e renascer cada um nós Águia, para assim se ir melhor fazendo a necessária epifania lusófona!
A cada um, de descobrir o que seja sê-lo em sua pessoal descoberta e vivência da lusofonia!
Não será nunca de esperar caminho fácil, mas nunca ninguém disse que ser homem seria coisa fácil: porque o seria ser águia lusófona?
Um abraço nisso!
ignorar
ResponderEliminartrezentas mil vezes
os que pensam
construir-se
sobre os escombros
que intentam
produzir
com um bom abraço amigo - Platero
Os que em vão tentam impedir,
ResponderEliminarmas como, com tanta água à frente e tanto mar?
Não existe nada neste mundo que possa calar a voz que eco da alma.
ResponderEliminarSe em vão desejam
ResponderEliminarNão desejam nada
Se desejam vão
Desejar tudo e todo