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É hora
Infernando pessoa e gesto,
iluso aporta além mar -porto seguro.
Brasiluso à gênese, tolda-lh´inda vista brilhar funesto.
Infante, ainda, crê ser: ora angelical -divino; ora bestial –monturo.
Singram e sangram séculos, intrépidos, jungidos-gemidos, à gélida noite afora...
Salvo o “lindo pendão da esperança”, faz-se n´alma agora a luz renova.
Ontem à mente, à quilha, o que à mente mente e estorva...
Hoje à face, à proa consciente, o encoberto...
Aos eduKados olhos, enfim, descoberto.
É dia, não tarda a hora.
Nosce Te Ipsum:
à balaustrada inserto o lema,
“à luz do céu profundo”`, já não se tema.
Domado da ignorância, o inculto monstro,
oremos, tal qual ora, aqui demonstro:
Fiat lux - Benedicta tuum.
Singrem e sagrem novos desconhecidos mares,
novas terras, novas gentes, novos ares.
Prostrado já o ignaro monstro,
exalce aos céus o estar consciente.
Fraterno pulse desde cá que uno oriente.
Brilhe K, tal neo grafo, tal qual demonstro;
Eu Fernando, k, em pessoa...
“Alea jacta est”: é hora.
Brasília/DF – 26.01.09
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João Alfredo Sinicio
Instituto da Konsciência Ego-ônica
"Brilhe K", a fama do alienígena é a lusofonia do futuro. Este blogue é o máximo!
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