segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Poema que nos chegou...

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É hora


Infernando pessoa e gesto,

iluso aporta além mar -porto seguro.

Brasiluso à gênese, tolda-lh´inda vista brilhar funesto.

Infante, ainda, crê ser: ora angelical -divino; ora bestial –monturo.

Singram e sangram séculos, intrépidos, jungidos-gemidos, à gélida noite afora...

Salvo o “lindo pendão da esperança”, faz-se n´alma agora a luz renova.

Ontem à mente, à quilha, o que à mente mente e estorva...

Hoje à face, à proa consciente, o encoberto...

Aos eduKados olhos, enfim, descoberto.

É dia, não tarda a hora.

Nosce Te Ipsum:

à balaustrada inserto o lema,

“à luz do céu profundo”`, já não se tema.

Domado da ignorância, o inculto monstro,

oremos, tal qual ora, aqui demonstro:

Fiat lux - Benedicta tuum.

Singrem e sagrem novos desconhecidos mares,

novas terras, novas gentes, novos ares.

Prostrado já o ignaro monstro,

exalce aos céus o estar consciente.

Fraterno pulse desde cá que uno oriente.

Brilhe K, tal neo grafo, tal qual demonstro;

Eu Fernando, k, em pessoa...

“Alea jacta est”: é hora.


Brasília/DF – 26.01.09

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João Alfredo Sinicio
Instituto da Konsciência Ego-ônica

1 comentário:

  1. "Brilhe K", a fama do alienígena é a lusofonia do futuro. Este blogue é o máximo!

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