Éramos dois ao serão nas noites da memória, eu e tu, e uma gata persa triste.
Um dia foste embora e continuamos dois. Eu e a gata persa triste que entretanto morreu com saudades das tuas festas.
Ainda somos dois.
Eu e a memória tua nas noites agora longas e frias.
Nunca te disse da forma como te amava.
Ou como te amo agora que aprendi este amor novo em silêncio feito de esperas e de desejos como fogo frio a consumir-se por dentro.
Espero também partir e depois já não somos ninguém à tua espera
João marinheiro 02 Agosto 2008
muito bonito
ResponderEliminarÉ. Muito. E depois o que será?
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