
Terra ao Sul, eu aguardava tectos para mim,
para nós, filhos do norte, no Cais, no velho cais,
e havia céu, noite de estrelas
e a escada partia de um astro, opaco,
linha-mar, ascender, descender
prantos de criança,
brincar criança longa num olhar
e sempre o cosmos foi fronteira
de cosmos e lamento,
dia-sol, lua-amor, nao de nao,
casa sem bufarda a tornar.
Iolanda R. Aldrei http://daterraverde.blogspot.com/
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