“Liberdade: é ser indiferente às amarguras...”
Nietzsche
Cantarei um verso de amor:
A Abolição...
Um alívio para o coração
é nadar
nas profundezas agudas da razão
sublimar
os sábados com aromas
subverter
assertivas amotinadas
relevar o ato
de santo que se masturbava
na cama de um dragão
escutar
o grito das putas velhas
debruçado sobre a mesa de bilhar.
Absolver
o sujeito acabrunhado
que sangra aos pés
de um periclitante amor
e canta uma canção polida
inspirada em versos toscos
da escravidão...
Luciano Fraga
Adorei o que li.
ResponderEliminarAmor é contrução, portanto liberdade...a paixão sim, escraviza.
ResponderEliminarBeijos, Luciano.
Biazinha,às vezes surgem torrentes de paixão tentando nos escravizar.
ResponderEliminarEu sou muito cricri com esses conceitos e acho que às pessoas confundem muito amor e paixão.Concordo plenamente quantos às ondas de torrente de paixão: sim, escravizam sim.
ResponderEliminarGrande poema, buenas.
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