terça-feira, 26 de agosto de 2008

Nunca, para trás, ninguém deixes...

Nunca, para trás, ninguém deixes
A menos que a espera
Todo o Cortejo faça perigar

Este é mais do que, das partes, a soma
Dele, todos, fazem parte
Os vivos e os mortos

Todos
Mesmo os que entretanto caíram
Mesmo os que para trás ficaram

2 comentários:

  1. Assim se faz justiça: silenciando. Assim se faz poesia: salvando. Assim se encontram os caminhos: pensando. Assim se fecham as fissuras: consolando. Assim se abrem as gargantas: orando. Obrigada pelo poema contínuo que têm sido estas máximas de sapiência.

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