Cai o corpo
O pó voa juntamente com a alma
Que sobe
Até o limiar das estrelas
O sangue corre
Livre, esvaindo-se sem destino
A lágrima escorre
Como o último grito de quem já não pode gritar
A garganta seca
O sabor férreo da morte é o que lhe resta
Nesse amargo instante contempla o firmamento
E, num segundo, vê todos os seus sonhos ruírem
Todos os esforços e sacrifícios tornam-se pó
Que sobe
Guiando sua alma à morada das estrelas

Sê bem-vinda, Lovely Queen!
ResponderEliminarQto ao poema nem preciso dizer nada: show de bola!
Gosto "di vosmecê pur dimais, visse?"
É noixxx...até que enfim...Deus é Brazuka...finalmente uma grande amiga entre nós!
Beijocas.
E não é que Minha Rainha veio mesmo?!
ResponderEliminarFico feliz de a ver por cá. E que bela estreia!
Este poema tocou cá bem fundo...
Um beijo enorme de boas-vindas*
Muito belo!
ResponderEliminarbeijo*
Bem-vinda a esta Casa, minha Rainha! Faça dela a sua, porque é nossa.
ResponderEliminarBeijinho.
P. S. Português nem é tão mau assim... é um Povo muito velho, querida, com todos os riscos que isso trás de alguma demência... ;) ... mas sempre tivemos bom coração, lavado em lágrima.
Concordo com a Bia. Quanto ao poema é show de bola, mesmo:)
ResponderEliminarGostei muito.
Beijinhos.