Para o Lord of Erewhon,
por um painel das Galveias e tudo o resto
Possa seer esta, meu Duque, a derradeyra
carta a chegar-Vos assy, nocturna e breve:
que nom mais use da penna a mão que a 'screve
ate daar ao Reyno hum Rey, e a Patria inteira.
Possa seer esta, Senhor, a madrugada
que tantas noytes guardaamos a aguardar;
as pennas que a Portugal Deos faz pennar
releve-as Deos amanhan, e a minha espada.
E possa o nome de Rey ser-Vos merecido;
Rey com honra sereis so de um rreyno novo
onde a justiça e o alto fruto appetecido
da sciencia nom caiba aos deoses, mas a hum povo,
por guardardes Portugal n'este Mysterio:
nom seja nosso o proveito, mas o Imperio.
Apenas Sirvo, como tu.
ResponderEliminarVIVA O REI!
VIVA PORTUGAL!
Tive um pouco de dificuldade em entender o poema, aí tive que pedir a ajuda da minha mãe, no final das contas, achei-o bonito!
ResponderEliminarih, pedir a ajuda da Mãe é trapaça :P
ResponderEliminarBia, um destes dias contamos aqui também umas histórias sobre a revolução de 1640 (independência de Portugal da Espanha), que é o assunto do painel de azulejos que o Lord pôs como imagem num post anterior para mim :)
Eu hei-de te amar
ResponderEliminarnas ondas do mar, além.
Eu hei-de te amar
como nunca te amou ninguém.
Terra minha de um só mar
que em ondas vem afagar o meu coração magoado
Tivesse eu voz p'ra contar
aos barcos a navegar
porque existe em nós o Fado.
Fata Morgana
Perguntaram-me se a autoria estava por conta de Violante de Cisneiros... Vivemos numa época sem ortografia.
ResponderEliminarVamos por
16
e vamos por
40.
Tudo é Fado.
Mas só
descanso
nos
11.000.