Ainda a propósito da nossa petição "Por uma força lusófona de Paz" eis uma citação da revista Janus, que aborda temas ligados à área das Relações Internacionais:
"A participação na resolução do problema interno que eclodiu na Guiné-Bissau foi talvez a intervenção mais mediática da CPLP, o que, entre outros factores, levou alguns sectores a defenderem a constituição de uma dimensão de segurança para a organização. Esta vertente parece estar, pelo menos para Portugal, afastada. Não negando o desenvolvimento de programas de cooperação técnico-militar, afirma que a criação de uma força militar não faz parte dos objectivos da CPLP, mais vocacionada para os objectivos comuns no plano linguístico, cultural e da formação e capacitação de quadros na área da educação e saúde."
Versão Integral em Janus Online
Mais uma razão para mantermos o nosso rumo. Como diria Agostinho,“só há homem quando se faz o impossível; o possível todos os bichos o fazem”. Para mais, essa "Força Lusófona" não é tão impossível assim. Haja vontade...
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