A petição que lançamos hoje, "Por uma Força Lusófona de Manutenção de Paz", foi muito discutida na Comissão Coordenadora do MIL: Movimento Internacional Lusófono.
Pode haver quem estranhe que a primeira grande campanha do MIL passe pela constituição de uma força (lusófona) policial e militar, ainda que expressamente de “manutenção de paz”.
Não era o que estava previsto: a primeira grande campanha que tínhamos programado seria relativa ao Acordo Ortográfico.
Mas, entretanto, aconteceu o que aconteceu em Timor…
E nós não podíamos, simplesmente, assobiar para o lado, fazendo de conta que não se passava nada.
Por isso enviámos, logo na terça-feira, um comunicado a todos os “media”, por isso lançamos hoje esta petição.
Responde ela a um problema concreto, oferendo uma solução de grande alcance, para prevenção e resolução de outros casos que possam ocorrer no futuro. Assim nos ouçam! Pela nossa parte, não ficaremos (nunca) calados. Que muitas MIL vozes se juntem à nossa…
Aqui já estão a divulgar: http://altohama.blogspot.com/
ResponderEliminarNão podemos ficar calados, se o fizéssemos não seríamos lusófonos...
ResponderEliminarE as forças-armadas, desnecessárias num mundo Lusíada, devem ser postas ao serviço da sua própria inutilização futura, ao serem mobilizadas para construir a paz e garantir a segurança.
Neste momento Timor necessita de ajuda fraterna, desinteressada, e uma força lusófona será a melhor forma de ir ao encontro das necessidades daquele que era,até hoje, o mais jovem país do mundo, ainda por cima tendo fundado a sua independência num regime democrático.
A ingerência de uma potência neo-colonial como a Austrália em toda a trama política timorense é inaceitável e indigna.
É preciso não esquecer que Moçambique teve um papel decisivo no apoio à resistência de Timor ao ivasor indonésio, bem como à preparação dos quadros superiores da Fretilim que se refugiaram nesse país irmão. E isto muito antes de Portugal ter despertado a sério para o problema de Timor.
É pois, muito lúcida esta petição do MIL, que deve ser divulgada por todos nós.
É tempo pa CPLP deixar de ser uma organização fantasmática que parece servir apenas para os países lusófonos colocarem alguns dos seus diplomatas na "prateleira".
Assinado.
ResponderEliminarE reassinado.
ResponderEliminarPor curiosidade... já algum órgão de comunicação social mencionou o comunicado do MIL?
ResponderEliminarQue saiba, não, ainda não houve tal referência. Há muitas petições, e geralmente estas só se tornam "Mediaticamente relevantes" quando alcançam pelo menos as duas mil assinaturas.
ResponderEliminarEsta petição vai crescendo a bom ritmo, mas tem apensa um dia e meio. Terá que passar mais tempo, presumo...
A petição também só há pouco seguiu para os "media". Com a indicação de que, apesar de estar há apenas poucas horas on-line, já tem mais de 100 subscritores, de vários países lusófonos...
ResponderEliminar