sexta-feira, 25 de setembro de 2009

ELOGIO DO IMPERADOR D. PEDRO I

Dedico a todos os amigos e amigas da tribo de Ossian


Imperador D. Pedro I do Brasil quando criança, 1808, Jean François Badoureau


Quem? Pergunta o mar e o sertão. Quem?
Em seu cavalo branco, recorda o cavalo
de pau, embalado pela negra, aia, mãe,
o menino brasileiro que havia de ser rei.
Quem? E o menino responde. Eu. Eu. Eu,
a terra, eu, o povo, eu, as jacarandá
em flor, eu, o lamento da pedra santa,
eu, o batuque e o sino, eu, o índio
e a onça, eu, o gavião no céu e por
selva, pantanal, deserto e rio e no grito
unido em que toda a urbe ecoa liberdade!


Edson

2 comentários:

  1. Muito obrigada, o poema é mesmo muito bonito!

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  2. Este personagem e D. João VI são no coletivo brasileiro e português uma ponte muito importante a explorar no melhor sentido da palavra. Já li todas a sua correpondência e é a prova da irmandade genuína entre o Brasil e Portugal. Todos os dias, todas as horas, minutos e segundos são muitas vezes vividos em conjunto. Abraço!

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