O problema é haver quem confunda vivacidade com palermice. Mas, por isso, este blogue tem sempre um palerma de serviço. Agora dá pelo nome de Rasputine...
Se o Rasputine não fosse tão obviamente palerma ainda lhe tentaria explicar o valor da obra de Eduardo Abranches de Soveral, objecto de estudo e homenagem do próximo volume da Colecção NOVA ÁGUIA, que ele tentou ridicularizar. Assim, não vale a pena...
Acho que não.
ResponderEliminarO problema é haver quem confunda vivacidade com palermice. Mas, por isso, este blogue tem sempre um palerma de serviço. Agora dá pelo nome de Rasputine...
ResponderEliminarÉ isso. Procuro sempre adaptar-me o mais possível à natureza dos lugares que visito.
ResponderEliminarPara que serve o cascalho (leia-se: um palerma de serviço)? Para o brilho dos diamantes (leia-se: da inteligência) ser mais visível...
ResponderEliminarNão chamaria inteligência ao que aqui se torna mais visível...
ResponderEliminarSe o Rasputine não fosse tão obviamente palerma ainda lhe tentaria explicar o valor da obra de Eduardo Abranches de Soveral, objecto de estudo e homenagem do próximo volume da Colecção NOVA ÁGUIA, que ele tentou ridicularizar. Assim, não vale a pena...
ResponderEliminarPortugal morre no Verão.
ResponderEliminarPalerma é pouco, camarada, porque esse é palerma pago.
ResponderEliminarE bem. Por Deus.
ResponderEliminarNão faltará então quem lhe pague, esse blogue é vespeiro de eu-sou-deus.
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