Trans-Pátria - Da condição do interesse filosófico por uma nação
"Um espírito filosófico não pode interessar-se particularmente por uma nação senão quando ela lhe aparecer como condição do progresso da humanidade inteira"
Bem verdade, e é quando uma nação aparece a muitos "como condição do progresso da humanidade inteira" que se formam os messianismos e os nacionalismos mais fanáticos. O nazismo começou assim, e também gostavam muito de ler os "grandes alemães"...
Tresleu, com a habitual perversidade. Schiller não fala de "muitos", mas de "um espírito filosófico", o que é raríssimo. E o que você diz aplica-se apenas ao interesse exclusivo pela sua própria nação, o que parece ser o seu caso e o de outros que por aqui gravitam, que só gostam de ler os "grandes portugueses".
??? O comentário está feito, quem tiver uma cabeça para pensar que o faça. Não sei quem foi Tresleu e pode ter a certeza que não quero saber, deve ser porque não tenho "espírito filosófico", e olhe se é para ficar igual a si nem quero.
Se em vez de fazer comentários foleiros (mas acho que a palavra certa é merdosos) acerca da minha pessoa não seria nada mau... Discuta o que se escreve e guarde os juízos de valor para si.
Bem verdade, e é quando uma nação aparece a muitos "como condição do progresso da humanidade inteira" que se formam os messianismos e os nacionalismos mais fanáticos. O nazismo começou assim, e também gostavam muito de ler os "grandes alemães"...
ResponderEliminarTresleu, com a habitual perversidade. Schiller não fala de "muitos", mas de "um espírito filosófico", o que é raríssimo. E o que você diz aplica-se apenas ao interesse exclusivo pela sua própria nação, o que parece ser o seu caso e o de outros que por aqui gravitam, que só gostam de ler os "grandes portugueses".
ResponderEliminar???
ResponderEliminarO comentário está feito, quem tiver uma cabeça para pensar que o faça.
Não sei quem foi Tresleu e pode ter a certeza que não quero saber, deve ser porque não tenho "espírito filosófico", e olhe se é para ficar igual a si nem quero.
Se é "raríssimo" Schiller falava para quem?
ResponderEliminarPara quem tivesse aspiração à inteligência e à ética, o que não é manifestamente o seu caso.
ResponderEliminarSe em vez de fazer comentários foleiros (mas acho que a palavra certa é merdosos) acerca da minha pessoa não seria nada mau...
ResponderEliminarDiscuta o que se escreve e guarde os juízos de valor para si.
O meu comentário foi legítimo e educado. Não tenho que ser chamada de perversa , estúpida e mais não sei quê, percebeu?
ResponderEliminarEste blog deve ser o sentido da sua vida...
ResponderEliminarDesculpe?
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