Belo poema, Platero! Os dois últimos versos são fantásticos. A força da simplicidade do dizer.
Pauloé muito bom saber que somos lidos. mais gratificante é quando comentam o que lemos. "nem que seja para elogiar" - brinco, Pauloposso? - abraço
aquilo que escrevemos, óbvio, em vez de lemos.
Gosto de plástico. Não tem a presunção de estar vivo.
oestrimniauma das maiores aberrações desta invasão tecnológica pode ser observada nos Cemitérios:verdadeiras marés de coloridas mortas flores de plástico.autarquias deviam intervir
PlateroMaior escândalo é haver cemitérios. E maior ainda haver morte. Será que há?
"Bloqueador do mundo" é genial. Eu chamo-lhe "espírito".
Paulo,escândalo não menor será não aceitarmos com naturalidade a morteseria a vida possível sem ela?Oestriminia,não sei muito bem ler seu comentário. De qualquer modo fico agradecido.abraço
Claro, Platero, vida e morte são inseparáveis. Mas também o são do que nem vive nem morre. Isso que há além do "espírito" de que creio falar a Oestrímnia.
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Belo poema, Platero! Os dois últimos versos são fantásticos. A força da simplicidade do dizer.
ResponderEliminarPaulo
ResponderEliminaré muito bom saber que somos lidos. mais gratificante é quando comentam o que lemos. "nem que seja para elogiar" - brinco, Paulo
posso? - abraço
aquilo que escrevemos, óbvio, em vez de lemos.
ResponderEliminarGosto de plástico. Não tem a presunção de estar vivo.
ResponderEliminaroestrimnia
ResponderEliminaruma das maiores aberrações desta invasão tecnológica pode ser observada nos Cemitérios:
verdadeiras marés de coloridas mortas flores de plástico.
autarquias deviam intervir
Platero
ResponderEliminarMaior escândalo é haver cemitérios. E maior ainda haver morte.
Será que há?
"Bloqueador do mundo" é genial. Eu chamo-lhe "espírito".
ResponderEliminarPaulo,
ResponderEliminarescândalo não menor será não aceitarmos com naturalidade a morte
seria a vida possível sem ela?
Oestriminia,
não sei muito bem ler seu comentário. De qualquer modo fico agradecido.
abraço
Claro, Platero, vida e morte são inseparáveis. Mas também o são do que nem vive nem morre. Isso que há além do "espírito" de que creio falar a Oestrímnia.
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