
Escultura de Carlos Drummond de Andrade na praia de Copacabana, em frente à rua em que o poeta morou, criada por Leo Santana e instalada em 31 de Outubro de 2003, ano do centenário do poeta.
O silêncio é até eloquente, assim
nos livre do pranto, do ranho
exclamante do poeta de circo e
de suas musas, Deus meu, de sua baba:
tesão em verso por rameiras de colégio.
O silêncio é até semente, peido do ar
com sua cueca de virgem ao sol e
tremendas vestes de viúva.
O silêncio nem mais, supremo
à poesia empoleirada na merdamelodia
de alexandrinos monocórdicos
como a corda partida da sílaba
na rima emperrada do violino
que o doido enfia no cu do vento,
enquanto o poeta aguarda a tormenta
do gênio no lampadário, que a cigana
roubou e jogou na montureira
por não lhe encontrar utilidade.
Esta também é boa para vazar na sanita... e puxar a água com fartura!
ResponderEliminarrsrsrsrsrs
ResponderEliminarSerá que o gajo é idiota?...
ResponderEliminarEu não mas você é certo.
ResponderEliminarVossemecê tem pouca capacidade de resposta. É muito frouxo. Só é bom a chafurdar... na merda!
ResponderEliminarTem cautela com seu coração rsrsrs
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