“Qualquer nacionalismo é, no plano metafísico, um antropologismo e, como tal, um subjectivismo. O nacionalismo não é superado pelo puro internacionalismo, mas antes alargado e estabelecido como sistema. O nacionalismo é enquanto infante nutrido e levado à humanitas pelo internacionalismo assim como o individualismo o é pelo colectivismo a-histórico. O colectivismo é a subjectividade do homem no plano da totalidade.”
Martin Heidegger, Über den Humanismus (Frankfurt am Main: Vittorio Klostermann, 1946), 107.
Isto é bem verdade. Ou melhor, a verdade está na transcendência disto. O que não é fácil. Nunca é fácil ver que os opostos mutuamente se alimentam e ir para além. Sobretudo no domínio da política, onde a inteligência é sempre convidada a encolher-se para caber no espaço exíguo da praça pública.
ResponderEliminarVerde, amarelo, vermelho?
ResponderEliminarNada fácil.
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