Claro Ruela, existem por aí outros profissionais igualmente imbecis, e quando digo imbecis é claro que não me refiro às suas pessoas privadas, refiro-me à pulhice com que tratam a informação e portanto nos tratam, recorrendo sistematicamente aos canhenhos dos publicistas da política-espectáculo e às técnicas panfletárias.
Mas este caso é triste, esta obsessão estouvada da Manuela pela informação circense, só serve para seu consolo narcísico. A senhora, tal como outros ditos profissionais de informação, vive num deserto de ideias e pensa ser consciência dos problemas, mostrando a cada jornal a sua baixa qualidade intelectual e cívica ao nada mais fazer que salivar veneno. Este tipo de informação, egoísta e bronco e que nada acrescenta, é cúmplice do atraso colectivo.
Hoje, um familiar comentou comigo esta entrevista, a que não assisti, pois há muito que os meus passos se afastaram deste tipo de "circo". Ao abrir o blogue, tive a grata surpresa de ver a referida entrevista (?)
Sim, finalmente! Subscrevo todos os comentários que aqui foram deixados. Com um pouco de sorte, quem sabe, este antídoto passará a ser utilizado mais vezes contra o veneno com que, constantemente, tentam imbecilizar o receptor da informação.
Finalmente alguém põe esta imbecil na ordem.
ResponderEliminarDeveria ser igual para outros como ela!
ResponderEliminarClaro Ruela, existem por aí outros profissionais igualmente imbecis, e quando digo imbecis é claro que não me refiro às suas pessoas privadas, refiro-me à pulhice com que tratam a informação e portanto nos tratam, recorrendo sistematicamente aos canhenhos dos publicistas da política-espectáculo e às técnicas panfletárias.
ResponderEliminarMas este caso é triste, esta obsessão estouvada da Manuela pela informação circense, só serve para seu consolo narcísico. A senhora, tal como outros ditos profissionais de informação, vive num deserto de ideias e pensa ser consciência dos problemas, mostrando a cada jornal a sua baixa qualidade intelectual e cívica ao nada mais fazer que salivar veneno.
Este tipo de informação, egoísta e bronco e que nada acrescenta, é cúmplice do atraso colectivo.
Desde "foram cardos foram prosas", seu auge irrepetível, que a mulher anda mal acompanhada.
ResponderEliminarSempre achei que em Portugal há demasiado medo dos "jornalistas".
ResponderEliminarEu, vendo alguns "debates", já me perguntei muitas vezes porque algumas pessoas simplesmente não se levantam...
Hoje, um familiar comentou comigo esta entrevista, a que não assisti, pois há muito que os meus passos se afastaram deste tipo de "circo".
ResponderEliminarAo abrir o blogue, tive a grata surpresa de ver a referida entrevista (?)
Sim, finalmente! Subscrevo todos os comentários que aqui foram deixados. Com um pouco de sorte, quem sabe, este antídoto passará a ser utilizado mais vezes contra o veneno com que, constantemente, tentam imbecilizar o receptor da informação.
O medo é a essência da covardia.
"O medo é a essência da covardia".
ResponderEliminarCompletamente
Já não era sem tempo! Parabéns Marinho Pinto, e agora falta pôr a Ordem na ordem!
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