parcimónia dos ossos em ausência virtual o que nos é rosa também é cimento. com que resistimos aos dias. um andar sobre locuções metálicas como manchas de leite ácido.
assim este rumo incerto e sem fibras no país que se afronta com secura. luz que abre o rasgão da fome como pastores da incompetência. herança feita nostalgia ou apenas irrelevância de uma vontade séria.
é ácido o grito no lugar do medo . e antes que seja tarde que se atarde o fundo. o desígnio das estradas é levar a semente.
que abril se levante e nos devolva o sentido. que o chão já arde na voz surda dos que perdem tudo.
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(no lugar dos "ques" e dos "ses"___________ou a árida semântica dos falsos querubins onde a dispersão é um quarto de luz e uma janela articulada de espinhos)
Bravo!
ResponderEliminarA força serena do pensar e saber dizer.
Do leite ácido ressurgirão novas e vermelhas rosas.
e pela tua seiva. pelas tuas palavras, isabel, abril descobre-se sempre, em poesia.
ResponderEliminar"herança feita nostalgia ou apenas irrelevância de uma vontade séria".
ResponderEliminarAssim caminha a humanidade, e assim o mundo desce ao fundo de si mesmo.
Aumento o coro de Bravo!
ResponderEliminarNa lembrança e no peso dos dias... O rastro de uma esperança suave...
Que belas palavras... sempre.
:*
Eu rendo-me à evidência deste testemunho
ResponderEliminare espero-o fermento. Sempre. Sempre.
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