E contra os Mandarins! E até contra as fúrias das tempestades, que o tempo não espera quem dorme ou espera o que nunca chegará.
Contra o vento ou, se necessário, à bolina, qual outra ciência de navegar que criámos para alcançar!Mas sempre com consistência e consequência!Entretanto, rememos, Renato.
Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.
E contra os Mandarins! E até contra as fúrias das tempestades, que o tempo não espera quem dorme ou espera o que nunca chegará.
ResponderEliminarContra o vento ou, se necessário, à bolina, qual outra ciência de navegar que criámos para alcançar!
ResponderEliminarMas sempre com consistência e consequência!
Entretanto, rememos, Renato.