... ou que ate que tenha tido a cobertura mediatica que merece fora das fronteiras Brasileiras.
Especialmente tendo em conta o subentendido politico aterrador da situacao, expresso na forma como as autoridades Suicas se debrucaram sobre o caso.
http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL997835-5602,00-BRASILEIRA+GRAVIDA+E+AGREDIDA+POR+NEONAZISTAS+NA+SUICA+E+PERDE+GEMEOS.html
http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL999072-5602,00-AMORIM+QUER+REUNIAO+COM+EMBAIXADOR+SUICO+SOBRE+BRASILEIRA+AGREDIDA.html
Sei que o poderia ter feito eu mesma, mas nao pude por falta de tempo e acesso a internet.
Tendo em conta a gravidade da situacao, proponho que o MIL tome uma posicao sobre o assunto, seja na forma de um comunicado, de debates sobre a crescente violencia xenofoba na Europa, ou outra forma de intervencao publica que trate o caso com a dignidade que merece.
O MIL fará ainda este semestre um debate sobre a Europa. Quanto a Comunicados, se formos emitir um de cada vez que algum emigrante é, nesta Europa, agredido…
ResponderEliminarLe as noticias a que me refiro, cujos links deixei neste post, e veras que a situacao tem implicacoes profundissimas em termos politicos e culturais.
ResponderEliminarComo se a integridade fisica de uma pessoa, neste caso ainda por cima uma cidada Lusofona vitima de um assedio a cidadaos Lusofonos que se esta a generalizar (lembra-te do caso do assassinato de Jean-Charles de Menezes em 2005 em Londres), fosse menos importante do que politica linguistica.
Espero sinceramente que estas situacoes sejam abordadas no debate sobre a Europa.
Alguem mais se quer pronunciar.
Concordo plenamente contigo, Ana.
ResponderEliminarA xenofobia, aceita, e em alguns casos institucionalizada nos países europeus requer de nós, lusófonos engajados, o repúdio e o combate constante.
Mas a meu ver, o MIL não está a omitir-se neste caso. Seu próprio Manifesto e Declaração de Princípios além das petições encaminhadas, como exemplo o do Passaporte Lusófono, aponta nessa direção. A abordagem sobre Galiza também.
Repugna-nos esses fatos, como o ocorrido com tantos de nossos patrícios, que são humilhados nos aeroportos e portos da Europa. E assim o são também nossos irmãos angolanos, moçambicanos, africanos de modo geral.
O MIL deve se manifestar à respeito, sim. Mas mais que manifesto, a construção dele, como organismo civil coeso e combativo, será, penso, a melhor ferramenta para colocar no lixo da história esses resquícios animalescos.
Fortaleçamos, no que pudermos, o Movimento Internacional Lusófono e os seu princípios universalistas de fraternidade e respeito entre os seres humanos.
É a melhor resposta que podemos dar à essa degradação que vemos. À luta, comapanheira. Com todo o direito à nossa indignação.
Um abraço.
É grave, mas o fato de serem suiços não agrafa os fatos diante de 40.000 brasileiros assassinados todos os anos, milhares que morrem nas filas dos hospitais por falta de atendimento.
ResponderEliminarDezenas de recém nascidos no pré natal por falta de higiene, mas a governadora distribui 6000 mil camisinhas pra festa de arromba bolivariana, o fato de serm suiços não agrava os fatos.
Todas as semanas um turista estrangeiro é assassinado por aqui, no país cujo presidente instalou em torno de si uma quadrilha, assim denominada na denúncia do Ministério Público... o fato de serm suiços não agrava os fatos.
Muito interessante a cadencia, o ritmo harmonico como o Julio repete "O fato de serem suicos nao agrava os fatos". E como um poema, uma cancao de embalar, uma valsa daquelas que nos deixa tontos depois de uns cinco minutos rodopiando ... O pensamento solto, leve pelo ar, esquecido de si mesmo como bolhinhas de champanhe ...
ResponderEliminarO Julio parece saber bastante sobre o funcionamento da mente humana ...
Pergunto que ritmo, que musicalidade tera o talhar da sigla de um partido de extrema-direita a lamina num rosto moreno ... Brasileiro ... ou Portugues ... Isto pode acontecer a qualquer um de nos ... Sem excepcao ...
O que obviamente, nao banaliza os assassinatos que se cometem, nao so no Brasil mas em todo o mundo, nem os descasos medicos e a falta de higiene, nao so no Brasil mas em todo o mundo, nem os desperdicios de dinheiro publico, nao so no Brasil mas em todo o mundo ... E por governos de todas as cores possiveis e imaginarias.
MUSICA, MAESTRO!
Uma das coisas importantes era libertarmo-nos do preconceito, tão "europeu", de que os europeus não podem, por definição, ser simplesmente uns selvagens.
ResponderEliminarUma lâmina é uma lâmina é uma lâmina. Um suiço xenófobo é igualzinho a um zimbebweano xenófobo. Em Genebra ou em qualquer outro lugar.
Ana,
ResponderEliminarnão tenho não esse conhecimento da mente humana, mas o resultado que é a única coisa possível de contabilizar é isso.
E nem vou alinhado a nenhuma direita nem esquerda, mas os fatos acabam se demonstrando em fraudes e aquela cadência com bolhinhas de champanhe deixou de ser tão grave assim, ante a gravidez fraudada da moça, desmentida que foi pela políocia, segundo exames médicos.
Mas eu também não duvido que até a polícia minta, negando a gravidez.
ResponderEliminarQuerida Ana, infelizmente não pude postar aqui no MIL, por questão de pouco tempo disponível, mas no meu blog eu postei um pequeno editorial referindo-se ao assunto:
ResponderEliminarhttp://www.judsonline.com/blog/11588/destaques-judsonline-com-12-2-2009/
Grande Abraço! :)