sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

poema para o Ultramar

cesteiro que sou
sei o que faço
com os caniços
que entrelaço

voltas e voltas,
jeitos,
feitios
previno-Vos não faço
cestos vazios

MILabraço

4 comentários:

  1. Renato

    tinha saudades de vocês

    "Ultramar" é uma reminiscência estravagante. sobretudo fonética.

    VIVI cerca de 12 anos em Moçambique. Em Porto Amélia, que hoje é Pemba.
    Não escandalizaria que fosse, numa visão MIL (minha) PEMBAmélia.

    abraço

    ResponderEliminar
  2. Caro Platero,
    tentei também fazer uns cestos de vime, na infância.

    E até fiz uns toscos, de vime verde para encher de uvas.

    ResponderEliminar
  3. olá Julio

    sempre a(c)tivo, sempre atento
    sempre jovem
    sempre Júlio

    Milabraço

    ResponderEliminar

Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.